Apb 25 Stock Options




Apb 25 Stock OptionsAdmin 31 de outubro de 2006 7:46 pm Via Mark Thoma vem uma discussao interessante de James Surowiecki. As opcoes de compra de acoes mais comuns sao conhecidas como as opcoes de dinheiro, que permitem comprar acoes da empresa ao preco que teve no dia da concessao. Eles sao valiosos somente se o preco da acao aumentar depois de obte-los. As empresas envolvidas no recente escandalo foram as opcoes de backdating para um momento em que o preco das acoes era menor, tornando-os imediatamente lucrativos. Como acontece, as empresas sao perfeitamente livres para emitir opcoes com precos abaixo do mercado atual: essas sao chamadas nas opcoes de dinheiro, e elas valem algo certo quando elas sao emitidas. (Se voce tiver uma opcao com um preco de exercicio de dez dolares quando o preco das acoes de hoje for de quinze dolares, cada opcao pode render um lucro imediato de cinco dolares.) Mas ha uma regra que as empresas devem seguir quando emitem as opcoes de dinheiro: Eles tem que divulga-lo em suas demonstracoes financeiras. As empresas de backdating quebraram esta regra: eles relataram quantas opcoes eles estavam emitiendo, mas convenientemente omitiram o fato de que eles tinham sido recortados. O motivo maior para escolher backdate e contornar alguns regulamentos contabeis incomodos. Ate recentemente, os regulamentos distinguiram, sem nenhuma boa razao, entre as opcoes no dinheiro e no dinheiro. As opcoes no dinheiro, mas nao as opcoes de dinheiro 8211, tiveram que ser registradas como uma despesa, que reduziu os ganhos reportados. Backdating permitiu que as empresas recompensassem os funcionarios com opcoes in-the-money enquanto obtem o tratamento contabil favoravel das opcoes no dinheiro. A regra foi a APB 25, que foi substituida pelo SFAS 123. Em 1993, o FASB emitiu um rascunho que exigiria que as empresas reportassem o valor das outorgas de opcoes de acoes emitidas aos empregados como despesa de remuneracao no ano em que a concessao foi concedida. Foi encontrada uma oposicao ressonante. Os detratores alegaram que o golpe dramatico para o lucro teria efeitos prejudiciais sobre a competitividade e a inovacao. O regulamento final, o SFAS 123, encorajou as empresas a adotar essa abordagem de relatorio, enquanto continuava a permitir a apresentacao de relatorios no ambito das regras do APB 25, desde que as notas de rodape continham uma apresentacao pro forma dos ganhos, como se o SFAS 123 tivesse sido adotado. As regras da APB 25 exigiam que a despesa de compensacao fosse reportada apenas se o preco de exercicio fosse inferior ao preco atual das acoes na data da concessao. Na maioria dos casos, as opcoes sao concedidas com um preco de exercicio igual ou superior ao preco atual das acoes. O resultado foi que a maioria das empresas nao informou a despesa com opcao de compra de acoes na demonstracao do resultado. O APB 25 permitiu que as empresas denunciassem o valor intrinseco das opcoes e omitirem o valor derivado do titulo que eu venho, que voce perdeu aspectos das opcoes, o que poderia ser consideravel para acoes volateis. Backdating era um truque para ocultar o valor intrinseco das opcoes de concessao. Mais uma razao pela qual o APB 25 deveria ter sido descartado ha anos. O que me lembra mais uma outra razao Joe Lieberman nao deveria estar no Senado. DIREO (DEO) DEO raquo Topicos raquo Opiniao APB n? 25-Contabilizacao de acoes emitidas aos empregados Este trecho retirado do DEO 6-K arquivado em 27 de marco de 2006.Novacao n? 25151 do APB. Aporte de estoque emitido aos empregados que difere em certos aspectos da IFRS. De acordo com o APB 25, o custo de compensacao para premios fixos (ou seja, os premios em que o preco de exercicio e o numero de acoes sao fixas) e determinado como a diferenca entre o valor justo das acoes na data do premio e o valor que o empregado tem Para pagar as acoes. O custo de remuneracao para premios variaveis ??(incluindo premios sujeitos a condicoes de desempenho futuras) e medido como a diferenca entre o preco de mercado no final do periodo e o preco de exercicio e e baseado no numero de premios que se espera vencer. De acordo com as IFRS e os US GAAP a partir de 1 de julho de 2005, o custo de remuneracao imputado a demonstracao de resultados com relacao as opcoes de acoes dos empregados e determinado como o valor justo das acoes na data do premio e e cobrado em linha reta pela despesa ao longo da Periodo de aquisicao. Contabilizacao de certas transacoes envolvendo compensacao de acoes. Segundo a interpretacao do parecer n? 25 da APB, o parecer n. ° 25, que contabiliza a emissao de estoque para empregados, foi emitido em outubro de 1972. Desde a sua emissao, foram levantadas questoes sobre sua aplicacao e diversidade em A pratica desenvolveu-se. Durante a consideracao da contabilizacao da remuneracao baseada em acoes, que levou a emissao da Declaracao FASB n? 123, Contabilizacao da Remuneracao Baseada em Acoes, a Diretoria decidiu nao abordar questoes de pratica relacionadas ao parecer 25 porque o Conselho havia planejado substituir Opiniao 25. No entanto, a Declaracao 123 permite que as entidades continuem a aplicar o parecer 25 a compensacao de acoes envolvendo empregados. Por conseguinte, continuam as questoes relativas a aplicacao do parecer 25 em varias circunstancias diferentes. Esta Interpretacao esclarece a aplicacao da Opiniao 25 por apenas certas questoes. Nao aborda quaisquer questoes relacionadas a aplicacao do metodo de valor justo na Demonstracao 123. As questoes aqui abordadas foram selecionadas apos receber a contribuicao de membros da Task Force de Assuntos Emergentes do FASB e da forca-tarefa sobre compensacao de estoque que ajudou no desenvolvimento Da Declaracao 123. Entre outras questoes, esta Interpretacao esclarece (a) a definicao de funcionario para fins de aplicacao do parecer 25, (b) os criterios para determinar se um plano se qualifica como um plano nao remuneratorio, (c) a consequencia contabil de varias modificacoes Aos termos de uma opcao ou premio de acoes previamente fixadas, e (d) a contabilizacao de uma troca de premios de compensacao de estoque em uma combinacao de negocios. Ao considerar essas questoes, a Diretoria se concentrou na interpretacao do parecer 25. O Conselho decidiu nao alterar o marco do parecer 25 porque a maioria dos problemas inerentes ao metodo do valor intrinseco da Opiniao 25 sao abordados na Demonstracao 123 atraves desse metodo recomendado pelo justo valor. Consequentemente, ao determinar as orientacoes nesta Interpretacao, o Conselho chegou as suas conclusoes no ambito do parecer 25 e nao se referiu a conceitos subjacentes ao metodo de valor justo descrito na Declaracao 123. Esta Interpretacao e efetivada em 1? de julho de 2000, mas certas conclusoes em Esta Interpretacao cobre eventos especificos que ocorrem apos 15 de dezembro de 1998 ou 12 de janeiro de 2000. Na medida em que esta Interpretacao abrange eventos ocorridos durante o periodo apos 15 de dezembro de 1998 ou 12 de janeiro de 2000, mas antes da data efetiva de 1 de julho de 2000, os efeitos da aplicacao desta interpretacao sao reconhecidos de forma prospectiva a partir de 1? de julho de 2000. BIBLIOTECA DE REFERENCIAPara a ultima vez: opcoes de acoes sao uma despesa. O tempo chegou ao fim do debate sobre a contabilizacao de opcoes de acoes que a controversia tem Estava indo muito por muito tempo. De fato, a regra que regula o relatorio de opcoes de acoes de executivos remonta a 1972, quando o Conselho de Principios Contabeis, o antecessor do Conselho de Normas de Contabilidade Financeira (FASB), emitiu o APB 25. A regra especificou que o custo das opcoes na concessao A data deve ser medida pelo valor intrinseco da diferenca entre o valor justo de mercado atual e o preco de exercicio da opcao. Sob este metodo, nenhum custo foi atribuido as opcoes quando seu preco de exercicio foi ajustado ao preco de mercado atual. O raciocinio para a regra foi bastante simples: porque nenhum dinheiro muda de maos quando a concessao e feita, a emissao de uma opcao de compra de acoes nao e uma transacao economicamente significativa. Isso e o que muitos pensavam na epoca. Alem disso, pouca teoria ou pratica estava disponivel em 1972 para orientar as empresas na determinacao do valor desses instrumentos financeiros nao negociados. O APB 25 ficou obsoleto dentro de um ano. A publicacao, em 1973, da formula Black-Scholes desencadeou um enorme boom nos mercados para opcoes negociadas publicamente, um movimento reforcado pela abertura, tambem em 1973, do Chicago Board Options Exchange. Certamente, nao foi coincidencia que o crescimento dos mercados de opcoes negociadas tenha sido refletido por uma crescente utilizacao de concessoes de opcoes de acoes em compensacao executiva e empregada. O Centro Nacional de Propriedade de Empregados estima que cerca de 10 milhoes de funcionarios receberam opcoes de acoes em 2000, menos de 1 milhao, em 1990. Logo ficou claro, tanto na teoria como na pratica, que as opcoes de qualquer tipo valiam muito mais do que o valor intrinseco definido pelo APB 25. O FASB iniciou uma revisao da contabilizacao de opcoes de acoes em 1984 e, depois de mais de uma decada de controversia acalorada, finalmente emitiu SFAS 123 em outubro de 1995. Recomenda-se, mas nao exigiu que as empresas reportassem o custo das opcoes outorgadas e determinassem seu valor justo de mercado Usando modelos de opcoes de precos. O novo padrao foi um compromisso, refletindo um intenso lobby por parte de empresarios e politicos contra relatorios obrigatorios. Eles argumentaram que as opcoes de acoes de executivos eram um dos componentes determinantes da renome economica extraordinaria das Americas, entao qualquer tentativa de alterar as regras contabeis para eles era um ataque ao modelo de sucesso enorme das Americas para criar novos negocios. Inevitavelmente, a maioria das empresas escolheu ignorar a recomendacao de que eles se opuseram tao veementemente e continuou registrando apenas o valor intrinseco na data de concessao, normalmente zero, de suas concessoes de opcoes de acoes. Posteriormente, o boom extraordinario nos precos das acoes fez com que os criticos da opcao de exibicao de despesas pareciam spoilsports. Mas desde o acidente, o debate voltou com uma vinganca. A onda de escandalos contabeis corporativos, em particular, revelou quao irreal uma imagem de seu desempenho economico muitas empresas tem pintado em suas demonstracoes financeiras. Cada vez mais, os investidores e os reguladores reconheceram que a compensacao baseada em opcoes e um importante fator de distorcao. Se a AOL Time Warner, em 2001, por exemplo, reportou as despesas com opcoes de acoes dos empregados, conforme recomendado pelo SFAS 123, teria demonstrado uma perda operacional de cerca de 1,7 bilhoes em vez dos 700 milhoes de lucro operacional que realmente relatou. Acreditamos que o caso das opcoes de despesa e esmagador, e nas paginas a seguir examinamos e descartamos os principais pedidos apresentados por aqueles que continuam a se opor. Demonstramos que, ao contrario desses argumentos de especialistas, as bolsas de opcao de estoque tem implicacoes reais de fluxo de caixa que precisam ser relatadas, que a maneira de quantificar essas implicacoes esta disponivel, que a divulgacao da nota de rodape nao e um substituto aceitavel para relatar a transacao na renda Declaracao e balanco, e que o reconhecimento total dos custos de opcao nao precisa emasscular os incentivos de empreendimentos empresariais. Em seguida, discutimos apenas como as empresas podem informar o custo das opcoes em suas demonstracoes de resultados e balancos. Falacia 1: opcoes de acoes nao representam um custo real E um principio basico da contabilidade que as demonstracoes financeiras devem registrar transacoes economicamente significativas. Ninguem duvida que as opcoes negociadas atendam a esse criterio que bilhoes de dolares sao comprados e vendidos todos os dias, seja no mercado de balcao ou nas bolsas. Para muitas pessoas, porem, as bolsas de opcoes de acoes da empresa sao uma historia diferente. Essas transacoes nao sao economicamente significativas, argumenta o argumento, porque nenhum dinheiro muda de maos. Como o ex-CEO da American Express, Harvey Golub, colocou em 8 de agosto de 2002, o artigo do Wall Street Journal, as concessoes de opcoes de acoes nunca sao um custo para a empresa e, portanto, nunca devem ser registradas como um custo na demonstracao do resultado. Essa posicao desafia a logica economica, para nao mencionar o senso comum, em varios aspectos. Para comecar, as transferencias de valor nao devem envolver transferencias de caixa. Enquanto uma transacao envolvendo um recibo ou pagamento de caixa e suficiente para gerar uma transacao registravel, nao e necessario. Eventos como troca de estoque de ativos, assinatura de contrato de arrendamento, fornecimento de pensoes futuras ou beneficios de ferias para o emprego no periodo atual, ou aquisicao de materiais a credito, todos desencadeiam transacoes contabeis porque envolvem transferencias de valor, mesmo que nenhum dinheiro mude as maos no momento em que o Ocorre uma transacao. Mesmo que nenhum dinheiro mude de maos, a emissao de opcoes de compra de acoes para empregados incorre em um sacrificio de dinheiro, um custo de oportunidade, que precisa ser contabilizado. Se uma empresa concedesse acoes, ao inves de opcoes, aos funcionarios, todos concordariam que o custo da empresa para essa transacao seria o dinheiro que de outra forma teria recebido se tivesse vendido as acoes ao preco de mercado atual para os investidores. E exatamente o mesmo com opcoes de estoque. Quando uma empresa concede opcoes aos empregados, renuncia a oportunidade de receber dinheiro dos subscritores que poderiam tomar essas mesmas opcoes e vende-las em um mercado competitivo de opcoes para os investidores. Warren Buffett fez esse ponto graficamente em uma coluna do Washington Post de 9 de abril de 2002 quando afirmou: Berkshire Hathaway ficara feliz em receber opcoes em vez de dinheiro para muitos dos bens e servicos que vendemos na America corporativa. A concessao de opcoes aos empregados em vez de vende-los a fornecedores ou investidores atraves de subscritores envolve uma perda real de dinheiro para a empresa. Naturalmente, pode-se argumentar de forma mais razoavel que o dinheiro perdido ao emitir opcoes aos empregados, ao inves de vende-los aos investidores, e compensado pelo dinheiro que a empresa conserva ao pagar seus funcionarios menos dinheiro. Como dois economistas amplamente respeitados, Burton G. Malkiel e William J. Baumol, observaram em um artigo do Wall Street Journal de 4 de abril de 2002: uma nova empresa empreendedora pode nao ser capaz de fornecer a compensacao em dinheiro necessaria para atrair trabalhadores destacados. Em vez disso, ele pode oferecer opcoes de estoque. Mas Malkiel e Baumol, infelizmente, nao seguem sua observacao para sua conclusao logica. Para se o custo das opcoes de compra de acoes nao for universalmente incorporado na mensuracao do lucro liquido, as empresas que concedem opcoes irao reportar custos de compensacao e nao sera possivel comparar suas medidas de rentabilidade, produtividade e retorno sobre capital com as de economia Empresas equivalentes que simplesmente estruturaram seu sistema de compensacao de maneira diferente. A seguinte ilustracao hipotetica mostra como isso pode acontecer. Imagine duas empresas, a KapCorp e a MerBod, concorrendo exatamente na mesma linha de negocios. Os dois diferem apenas na estrutura dos pacotes de remuneracao dos empregados. A KapCorp paga aos seus trabalhadores 400 mil em compensacao total sob a forma de caixa durante o ano. No inicio do ano, tambem emite, atraves de subscricao, 100.000 opcoes de opcoes no mercado de capitais, que nao podem ser exercidas por um ano, e exige que seus funcionarios utilizem 25 de suas compensacoes para comprar as opcoes recem-emitidas. A saida liquida de caixa para a KapCorp e de 300.000 (400.000 em despesas de compensacao menos 100.000 da venda das opcoes). A abordagem do MerBods e apenas um pouco diferente. Ele paga aos seus trabalhadores 300 mil em dinheiro e as emite diretamente em 100 mil opcoes de opcoes no inicio do ano (com a mesma restricao de exercicio de um ano). Economicamente, as duas posicoes sao identicas. Cada empresa pagou um total de 400.000 em compensacao, cada uma emitiu 100.000 de opcoes e, para cada uma, a saida de caixa liquida totaliza 300.000, depois que o dinheiro recebido da emissao das opcoes e subtraido do dinheiro gasto em compensacao. Os funcionarios de ambas as empresas estao segurando as mesmas 100.000 opcoes durante o ano, produzindo os mesmos efeitos de motivacao, incentivo e retencao. Quao legitimo e um padrao de contabilidade que permite que duas transacoes economicamente identicas produza numeros radicalmente diferentes. Ao preparar suas declaracoes de fim de ano, a KapCorp ira registrar uma despesa de compensacao de 400.000 e mostrara 100.000 em opcoes em seu balanco em uma conta de capital proprio. Se o custo das opcoes de compra de acoes emitidas para os empregados nao for reconhecido como uma despesa, a MerBod ira reservar uma despesa de compensacao de apenas 300 mil e nao mostrar as opcoes emitidas no balanco patrimonial. Supondo receitas e custos de outra forma identicos, parecera que os ganhos da MerBods foram 100 mil maiores que o KapCorps. A MerBod tambem parece ter uma base de capital menor do que a KapCorp, mesmo que o aumento no numero de acoes em circulacao seja eventualmente o mesmo para ambas as empresas se todas as opcoes forem exercidas. Como resultado da menor despesa de compensacao e menor posicao patrimonial, o desempenho da MerBods pela maioria das medidas analiticas parece ser muito superior ao KapCorps. Esta distorcao e, e claro, repetida todos os anos que as duas empresas escolhem as diferentes formas de compensacao. Quao legitimo e um padrao de contabilidade que permite que duas transacoes economicamente identicas produza numeros radicalmente diferentes. Falacia 2: O custo das opcoes de acoes do empregado nao pode ser estimado. Alguns oponentes da opcao de despesa defendem sua posicao em bases praticas e nao conceituais. Os modelos de precos de opcoes podem funcionar, eles dizem, como um guia para avaliar opcoes negociadas publicamente. Mas eles nao conseguem capturar o valor das opcoes de compra de acoes dos funcionarios, que sao contratos privados entre a empresa e o empregado para instrumentos iliquos que nao podem ser vendidos, trocados, prometidos como garantia ou cobertos. E verdade que, em geral, uma falta de liquidez dos instrumentos reduzira seu valor para o detentor. Mas a perda de liquidez dos detentores nao faz diferenca para o que custa ao emissor criar o instrumento, a menos que o emitente de alguma forma se beneficie da falta de liquidez. E para as opcoes de compra de acoes, a ausencia de um mercado liquido tem pouco efeito sobre o seu valor para o detentor. A grande beleza dos modelos de precos de opcao e que eles sao baseados nas caracteristicas do estoque subjacente. E exatamente por isso que contribuiram para o crescimento extraordinario dos mercados de opcoes nos ultimos 30 anos. O preco Black-Scholes de uma opcao e igual ao valor de uma carteira de acoes e dinheiro que e gerenciado dinamicamente para replicar as recompensas a essa opcao. Com um estoque completamente liquido, um investidor de outra forma irrestrito poderia proteger inteiramente um risco de opcoes e extrair seu valor ao vender a carteira replicativa de acoes e caixa. Nesse caso, o desconto de liquidez no valor das opcoes seria minimo. E isso se aplica, mesmo que nao existissem mercado para negociar a opcao diretamente. Portanto, a liquidez ou a falta de mercado em opcoes de acoes nao conduzem, por si so, a um desconto no valor das opcoes para o titular. Bancos de investimento, bancos comerciais e companhias de seguros agora foram muito alem do modelo basico de Black-Scholes, de 30 anos, para desenvolver abordagens para avaliar todos os tipos de opcoes: Padroes. Exoticas. Opcoes negociadas atraves de intermediarios, balcao e troca. Opcoes ligadas as flutuacoes cambiais. Opcoes incorporadas em titulos complexos, como dividas conversiveis, acoes preferenciais ou dividas exigiveis, como hipotecas com recursos de pre-pagamento ou limites de taxas de juros e pisos. Uma subindustria completa desenvolveu para ajudar individuos, empresas e gerentes do mercado monetario a comprar e vender esses titulos complexos. A tecnologia financeira atual certamente permite que as empresas incorporem todos os recursos das opcoes de estoque de empregados em um modelo de precificacao. Alguns bancos de investimento irao ate mesmo cotizar precos para os executivos que procuram se proteger ou vender suas opcoes antes da aquisicao, se o plano de opcoes da empresa o permitir. Naturalmente, as estimativas baseadas em formulas ou subscritas sobre o custo das opcoes de compra de acoes dos empregados sao menos precisas do que os pagamentos em dinheiro ou compartilham subsidios. Mas as demonstracoes financeiras devem se esforcar para ser aproximadamente corretas na reflexao da realidade economica, em vez de serem exatamente erradas. Os gerentes rotineiramente dependem de estimativas de itens de custo importantes, como a depreciacao de instalacoes e equipamentos e provisoes para passivos contingentes, tais como lavagens ambientais futuras e liquidacoes de processos de responsabilidade de produtos e outros litigios. Ao calcular os custos das pensoes de empregados e outros beneficios de aposentadoria, por exemplo, os gestores usam estimativas atuariais de taxas de juros futuras, taxas de retencao de funcionarios, datas de aposentadoria dos funcionarios, longevidade dos funcionarios e seus conjuges e escalacao de custos medicos futuros. Os modelos de precos e a extensa experiencia permitem estimar o custo das opcoes de compra de acoes emitidas em qualquer periodo com uma precisao comparavel ou superior a muitos desses outros itens que ja aparecem nas demonstracoes de resultados das empresas e nos balancos patrimoniais. Nem todas as objecoes ao uso de Black-Scholes e outros modelos de avaliacao de opcoes sao baseadas em dificuldades em estimar o custo das opcoes outorgadas. Por exemplo, John DeLong, em um artigo do Instituto de Empresa Competitiva de junho de 2002 intitulado The Stock Options Controversy e New Economy, argumentou que, mesmo que um valor fosse calculado de acordo com um modelo, o calculo exigiria ajuste para refletir o valor para o empregado. Ele esta apenas meio certo. Ao pagar aos empregados suas proprias acoes ou opcoes, a empresa os obriga a manter carteiras financeiras altamente nao diversificadas, um risco ainda mais agravado pelo investimento do proprio capital humano dos funcionarios na empresa. Uma vez que quase todos os individuos sao avessos ao risco, podemos esperar que os funcionarios colocem substancialmente menos valor em seu pacote de opcoes de acoes do que outros, melhor diversificados, os investidores. Estimativas da magnitude desse custo de desconto de risco do empregado, ja que as vezes e denominado de 20 a 50, dependendo da volatilidade do estoque subjacente e do grau de diversificacao da carteira de empregados. A existencia deste custo de peso morto as vezes e usado para justificar a escala aparentemente enorme de remuneracao baseada em opcoes entregue aos altos executivos. Uma empresa que procura, por exemplo, recompensar seu CEO com 1 milhao em opcoes que valem 1.000 cada um no mercado pode (talvez com perversidade) argumentar que deve emitir 2.000 em vez de 1.000 opcoes porque, da perspectiva dos CEOs, as opcoes valem a pena Apenas 500 cada. (Nos queremos salientar que esse raciocinio valida o nosso ponto anterior de que as opcoes sao um substituto para o dinheiro). Mas, embora possivelmente seja razoavel levar em conta o custo do peso morto ao decidir quanto a remuneracao baseada em acoes (como opcoes) inclui em Um pacote de pagamento dos executivos, certamente nao e razoavel permitir que o custo do peso morto influencie a forma como as empresas registram os custos dos pacotes. As demonstracoes financeiras refletem a perspectiva economica da empresa e nao as entidades (incluindo os funcionarios) com as quais transaciona. Quando uma empresa vende um produto para um cliente, por exemplo, nao precisa verificar o que o produto vale para esse individuo. Ele contabiliza o pagamento em dinheiro esperado na transacao como receita. Da mesma forma, quando a empresa compra um produto ou servico de um fornecedor, nao examina se o preco pago foi maior ou menor do que os fornecedores custam ou o que o fornecedor poderia ter recebido ja vendeu o produto ou servico em outro lugar. A empresa registra o preco de compra como o dinheiro ou o equivalente em dinheiro que sacrificou para adquirir o bem ou o servico. Suponha que um fabricante de roupas construa um centro de fitness para seus funcionarios. A empresa nao faria isso para competir com os clubes de fitness. Construiria o centro para gerar maiores receitas de aumento da produtividade e criatividade de funcionarios mais saudaveis ??e mais felizes e para reduzir os custos decorrentes da rotacao e da doenca dos funcionarios. O custo para a empresa e claramente o custo de construcao e manutencao da instalacao, nao o valor que os funcionarios individuais podem colocar sobre ela. O custo do centro de fitness e registrado como uma despesa periodica, devidamente ajustada ao aumento esperado da receita e reducao nos custos relacionados ao empregado. A unica justificativa razoavel que vimos para custar opcoes executivas abaixo do seu valor de mercado decorre da observacao de que muitas opcoes sao perdidas quando os empregados saem ou sao exercidas muito cedo por causa da aversao ao risco dos funcionarios. Nesses casos, o patrimonio liquido existente e diluido menos do que seria, ou nao, de forma alguma, reduzindo o custo de compensacao da empresa. Embora concordemos com a logica basica desse argumento, o impacto da confisco e o exercicio inicial sobre valores teoricos podem ser grosseiramente exagerados. (Veja o impacto real da confiscacao e inicio do exercicio no final deste artigo.) O impacto real da confiscacao e do exercicio antecipado Ao contrario do salario em dinheiro, as opcoes de compra de acoes nao podem ser transferidas do individuo concedido a qualquer outra pessoa. A intransferibilidade tem dois efeitos que se combinam para tornar as opcoes dos empregados menos valiosas do que as opcoes convencionais negociadas no mercado. Em primeiro lugar, os empregados perdem suas opcoes se abandonarem a empresa antes que as opcoes tenham sido adquiridas. Em segundo lugar, os funcionarios tendem a reduzir seu risco ao exercer opcoes de acoes adquiridas muito mais cedo do que um investidor bem diversificado, reduzindo assim o potencial de uma recompensa muito maior se tivessem mantido as opcoes ate o vencimento. Os empregados com opcoes adquiridas que estao no dinheiro tambem os exercitarao quando sairem, ja que a maioria das empresas exige que os funcionarios usem ou percam suas opcoes na partida. Em ambos os casos, o impacto economico na empresa de emissao das opcoes e reduzido, uma vez que o valor e o tamanho relativo das participacoes atuais dos acionistas sao diluidos menos do que poderiam ter sido, ou nao. Reconhecendo a crescente probabilidade de as empresas serem obrigadas a avaliar as opcoes de estoque, alguns adversarios estao lutando contra uma acao de retaguarda tentando persuadir os setters padroes a reduzir significativamente o custo relatado dessas opcoes, descontando seu valor da medida por modelos financeiros para refletir o forte Probabilidade de confisco e exercicio inicial. As propostas atuais apresentadas por essas pessoas ao FASB e ao IASB permitiriam as empresas estimar a porcentagem de opcoes perdidas durante o periodo de aquisicao e reduzir o custo das concessoes de opcao por esse valor. Alem disso, ao inves de usar a data de validade da vida da opcao em um modelo de preco de opcoes, as propostas procuram permitir que as empresas usem uma vida esperada para a opcao de refletir a probabilidade de um exercicio adiantado. Usar uma vida esperada (que as empresas podem estimar ao fechar o periodo de aquisicao, digamos, quatro anos), em vez do periodo contratual de dez anos, reduziria significativamente o custo estimado da opcao. Algum ajuste deve ser feito para confisco e exercicio inicial. Mas o metodo proposto exagera significativamente a reducao de custos, uma vez que negligencia as circunstancias em que as opcoes sao mais provaveis ??de serem perdidas ou exercidas antecipadamente. Quando essas circunstancias sao levadas em consideracao, a reducao nos custos das opcoes dos empregados provavelmente sera muito menor. Primeiro, considere a confisco. O uso de uma porcentagem fixa para confisco com base no historico ou potencial de roteamento de funcionarios e valido somente se a perda for um evento aleatorio, como uma loteria, independente do preco das acoes. Na realidade, no entanto, a probabilidade de confisco esta negativamente relacionada ao valor das opcoes perdidas e, portanto, ao proprio preco das acoes. As pessoas sao mais propensas a deixar uma empresa e perder opcoes quando o preco das acoes declinou e as opcoes vem pouco. Mas se a empresa tiver feito bem e o preco das acoes aumentou significativamente desde a data da concessao, as opcoes se tornarao muito mais valiosas, e os funcionarios terao muito menos chances de sair. Se o turnover e a perda dos funcionarios sao mais provaveis ??quando as opcoes sao menos valiosas, entao pouca das opcoes custo total na data da concessao e reduzida por causa da probabilidade de confisco. O argumento para o exercicio inicial e semelhante. Tambem depende do preco das acoes futuras. Os funcionarios tenderao a se exercitar cedo se a maior parte de sua riqueza estiver vinculada a empresa, eles precisam se diversificar, e eles nao tem outra maneira de reduzir sua exposicao ao risco do preco das acoes da empresa. No entanto, os executivos seniores, com as maiores participacoes em opcoes, nao sao susceptiveis de exercitar-se antecipadamente e destruir o valor da opcao quando o preco das acoes aumentou substancialmente. Muitas vezes eles possuem acoes sem restricoes, que podem vender como um meio mais eficiente para reduzir a exposicao ao risco. Ou eles tem bastante em jogo para contratar com um banco de investimento para proteger suas posicoes de opcoes sem se exercitar prematuramente. Tal como acontece com a caracteristica de confisco, o calculo de uma vida de opcao esperada, independentemente da magnitude das participacoes dos empregados que exercem antecipadamente ou a sua capacidade de proteger seu risco por outros meios, subestimaria significativamente o custo das opcoes outorgadas. Os modelos de precos de opcoes podem ser modificados para incorporar a influencia dos precos das acoes e a magnitude da opcao dos empregados e as participacoes em acoes sobre as probabilidades de confisco e de exercicios iniciais. (Veja, por exemplo, o artigo Mark Rubinsteins Fall 1995 no Journal of Derivatives. Na avaliacao contabil das opcoes de acoes dos empregados.) A magnitude real desses ajustes deve ser baseada em dados especificos da empresa, como a valorizacao do preco das acoes e a distribuicao de Concessoes de opcoes entre funcionarios. Os ajustes, adequadamente avaliados, poderiam ser significativamente menores do que os calculos propostos (aparentemente endossados ??pelo FASB e IASB) produziriam. Na verdade, para algumas empresas, um calculo que ignora a confisco e o exercicio inicial por completo pode aproximar-se do verdadeiro custo das opcoes do que um que ignora completamente os fatores que influenciam a confisco dos funcionarios e as decisoes de exercicios iniciais. Falacia 3: os custos das opcoes de acoes ja foram divulgados adequadamente Outro argumento em defesa da abordagem existente e que as empresas ja divulgam informacoes sobre o custo das concessoes de opcoes nas notas de rodape as demonstracoes financeiras. Investidores e analistas que desejam ajustar as demonstracoes de resultados pelo custo das opcoes, portanto, possuem os dados necessarios disponiveis. Achamos dificil argumentar esse argumento. Como ressaltamos, e um principio fundamental da contabilidade que a demonstracao do resultado e o balanco devem retratar uma economia subjacente da empresa. Relegar um item de importancia economica tao importante como a opcao de empregado concede as notas de rodape distorceria sistematicamente esses relatorios. Mas mesmo que aceitassemos o principio de que a divulgacao da nota de rodape e suficiente, na realidade, achariamos um substituto fraco para reconhecer a despesa diretamente nas declaracoes primarias. Para comecar, os analistas de investimentos, advogados e reguladores agora usam bases de dados eletronicas para calcular os indices de rentabilidade com base nos numeros nas demonstracoes de resultados auditados e nos balancos das empresas. Um analista que segue uma empresa individual, ou mesmo um pequeno grupo de empresas, poderia fazer ajustes para informacoes divulgadas em notas de rodape. But that would be difficult and costly to do for a large group of companies that had put different sorts of data in various nonstandard formats into footnotes. Clearly, it is much easier to compare companies on a level playing field, where all compensation expenses have been incorporated into the income numbers. Whats more, numbers divulged in footnotes can be less reliable than those disclosed in the primary financial statements. For one thing, executives and auditors typically review supplementary footnotes last and devote less time to them than they do to the numbers in the primary statements. As just one example, the footnote in eBays FY 2000 annual report reveals a weighted average grant-date fair value of options granted during 1999 of 105.03 for a year in which the weighted average exercise price of shares granted was 64.59. Just how the value of options granted can be 63 more than the value of the underlying stock is not obvious. In FY 2000, the same effect was reported: a fair value of options granted of 103.79 with an average exercise price of 62.69. Apparently, this error was finally detected, since the FY 2001 report retroactively adjusted the 1999 and 2000 average grant-date fair values to 40.45 and 41.40, respectively. We believe executives and auditors will exert greater diligence and care in obtaining reliable estimates of the cost of stock options if these figures are included in companies income statements than they currently do for footnote disclosure. Our colleague William Sahlman in his December 2002 HBR article, Expensing Options Solves Nothing, has expressed concern that the wealth of useful information contained in the footnotes about the stock options granted would be lost if options were expensed. But surely recognizing the cost of options in the income statement does not preclude continuing to provide a footnote that explains the underlying distribution of grants and the methodology and parameter inputs used to calculate the cost of the stock options. Some critics of stock option expensing argue, as venture capitalist John Doerr and FedEx CEO Frederick Smith did in an April 5, 2002, New York Times column, that if expensing were required, the impact of options would be counted twice in the earnings per share: first as a potential dilution of the earnings, by increasing the shares outstanding, and second as a charge against reported earnings. The result would be inaccurate and misleading earnings per share. We have several difficulties with this argument. First, option costs only enter into a (GAAP-based) diluted earnings-per-share calculation when the current market price exceeds the option exercise price. Thus, fully diluted EPS numbers still ignore all the costs of options that are nearly in the money or could become in the money if the stock price increased significantly in the near term. Second, relegating the determination of the economic impact of stock option grants solely to an EPS calculation greatly distorts the measurement of reported income, would not be adjusted to reflect the economic impact of option costs. These measures are more significant summaries of the change in economic value of a company than the prorated distribution of this income to individual shareholders revealed in the EPS measure. This becomes eminently clear when taken to its logical absurdity: Suppose companies were to compensate all their suppliersof materials, labor, energy, and purchased serviceswith stock options rather than with cash and avoid all expense recognition in their income statement. Their income and their profitability measures would all be so grossly inflated as to be useless for analytic purposes only the EPS number would pick up any economic effect from the option grants. Our biggest objection to this spurious claim, however, is that even a calculation of fully diluted EPS does not fully reflect the economic impact of stock option grants. The following hypothetical example illustrates the problems, though for purposes of simplicity we will use grants of shares instead of options. The reasoning is exactly the same for both cases. Lets say that each of our two hypothetical companies, KapCorp and MerBod, has 8,000 shares outstanding, no debt, and annual revenue this year of 100,000. KapCorp decides to pay its employees and suppliers 90,000 in cash and has no other expenses. MerBod, however, compensates its employees and suppliers with 80,000 in cash and 2,000 shares of stock, at an average market price of 5 per share. The cost to each company is the same: 90,000. But their net income and EPS numbers are very different. KapCorps net income before taxes is 10,000, or 1.25 per share. By contrast, MerBods reported net income (which ignores the cost of the equity granted to employees and suppliers) is 20,000, and its EPS is 2.00 (which takes into account the new shares issued). Of course, the two companies now have different cash balances and numbers of shares outstanding with a claim on them. But KapCorp can eliminate that discrepancy by issuing 2,000 shares of stock in the market during the year at an average selling price of 5 per share. Now both companies have closing cash balances of 20,000 and 10,000 shares outstanding. Under current accounting rules, however, this transaction only exacerbates the gap between the EPS numbers. KapCorps reported income remains 10,000, since the additional 10,000 value gained from the sale of the shares is not reported in net income, but its EPS denominator has increased from 8,000 to 10,000. Consequently, KapCorp now reports an EPS of 1.00 to MerBods 2.00, even though their economic positions are identical: 10,000 shares outstanding and increased cash balances of 20,000. The people claiming that options expensing creates a double-counting problem are themselves creating a smoke screen to hide the income-distorting effects of stock option grants. The people claiming that options expensing creates a double-counting problem are themselves creating a smoke screen to hide the income-distorting effects of stock option grants. Indeed, if we say that the fully diluted EPS figure is the right way to disclose the impact of share options, then we should immediately change the current accounting rules for situations when companies issue common stock, convertible preferred stock, or convertible bonds to pay for services or assets. At present, when these transactions occur, the cost is measured by the fair market value of the consideration involved. Why should options be treated differently Fallacy 4: Expensing Stock Options Will Hurt Young Businesses Opponents of expensing options also claim that doing so will be a hardship for entrepreneurial high-tech firms that do not have the cash to attract and retain the engineers and executives who translate entrepreneurial ideas into profitable, long-term growth. This argument is flawed on a number of levels. For a start, the people who claim that option expensing will harm entrepreneurial incentives are often the same people who claim that current disclosure is adequate for communicating the economics of stock option grants. The two positions are clearly contradictory. If current disclosure is sufficient, then moving the cost from a footnote to the balance sheet and income statement will have no market effect. But to argue that proper costing of stock options would have a significant adverse impact on companies that make extensive use of them is to admit that the economics of stock options, as currently disclosed in footnotes, are not fully reflected in companies market prices. More seriously, however, the claim simply ignores the fact that a lack of cash need not be a barrier to compensating executives. Rather than issuing options directly to employees, companies can always issue them to underwriters and then pay their employees out of the money received for those options. Considering that the market systematically puts a higher value on options than employees do, companies are likely to end up with more cash from the sale of externally issued options (which carry with them no deadweight costs) than they would by granting options to employees in lieu of higher salaries. Even privately held companies that raise funds through angel and venture capital investors can take this approach. The same procedures used to place a value on a privately held company can be used to estimate the value of its options, enabling external investors to provide cash for options about as readily as they provide cash for stock. Thats not to say, of course, that entrepreneurs should never get option grants. Venture capital investors will always want employees to be compensated with some stock options in lieu of cash to be assured that the employees have some skin in the game and so are more likely to be honest when they tout their companys prospects to providers of new capital. But that does not preclude also raising cash by selling options externally to pay a large part of the cash compensation to employees. We certainly recognize the vitality and wealth that entrepreneurial ventures, particularly those in the high-tech sector, bring to the U. S. economy. A strong case can be made for creating public policies that actively assist these companies in their early stages, or even in their more established stages. The nation should definitely consider a regulation that makes entrepreneurial, job-creating companies healthier and more competitive by changing something as simple as an accounting journal entry. But we have to question the effectiveness of the current rule, which essentially makes the benefits from a deliberate accounting distortion proportional to companies use of one particular form of employee compensation. After all, some entrepreneurial, job-creating companies might benefit from picking other forms of incentive compensation that arguably do a better job of aligning executive and shareholder interests than conventional stock options do. Indexed or performance options, for example, ensure that management is not rewarded just for being in the right place at the right time or penalized just for being in the wrong place at the wrong time. A strong case can also be made for the superiority of properly designed restricted stock grants and deferred cash payments. Yet current accounting standards require that these, and virtually all other compensation alternatives, be expensed. Are companies that choose those alternatives any less deserving of an accounting subsidy than Microsoft, which, having granted 300 million options in 2001 alone, is by far the largest issuer of stock options A less distorting approach for delivering an accounting subsidy to entrepreneurial ventures would simply be to allow them to defer some percentage of their total employee compensation for some number of years, which could be indefinitelyjust as companies granting stock options do now. That way, companies could get the supposed accounting benefits from not having to report a portion of their compensation costs no matter what form that compensation might take. What Will Expensing Involve Although the economic arguments in favor of reporting stock option grants on the principal financial statements seem to us to be overwhelming, we do recognize that expensing poses challenges. For a start, the benefits accruing to the company from issuing stock options occur in future periods, in the form of increased cash flows generated by its option motivated and retained employees. The fundamental matching principle of accounting requires that the costs of generating those higher revenues be recognized at the same time the revenues are recorded. This is why companies match the cost of multiperiod assets such as plant and equipment with the revenues these assets produce over their economic lives. In some cases, the match can be based on estimates of the future cash flows. In expensing capitalized software-development costs, for instance, managers match the costs against a predicted pattern of benefits accrued from selling the software. In the case of options, however, managers would have to estimate an equivalent pattern of benefits arising from their own decisions and activities. That would likely introduce significant measurement error and provide opportunities for managers to bias their estimates. We therefore believe that using a standard straight-line amortization formula will reduce measurement error and management bias despite some loss of accuracy. The obvious period for the amortization is the useful economic life of the granted option, probably best measured by the vesting period. Thus, for an option vesting in four years, 148 of the cost of the option would be expensed through the income statement in each month until the option vests. This would treat employee option compensation costs the same way the costs of plant and equipment or inventory are treated when they are acquired through equity instruments, such as in an acquisition. In addition to being reported on the income statement, the option grant should also appear on the balance sheet. In our opinion, the cost of options issued represents an increase in shareholders equity at the time of grant and should be reported as paid-in capital. Some experts argue that stock options are more like contingent liability than equity transactions since their ultimate cost to the company cannot be determined until employees either exercise or forfeit their options. This argument, of course, ignores the considerable economic value the company has sacrificed at time of grant. Whats more, a contingent liability is usually recognized as an expense when it is possible to estimate its value and the liability is likely to be incurred. At time of grant, both these conditions are met. The value transfer is not just probable it is certain. The company has granted employees an equity security that could have been issued to investors and suppliers who would have given cash, goods, and services in return. The amount sacrificed can also be estimated, using option-pricing models or independent estimates from investment banks. There has to be, of course, an offsetting entry on the asset side of the balance sheet. FASB, in its exposure draft on stock option accounting in 1994, proposed that at time of grant an asset called prepaid compensation expense be recognized, a recommendation we endorse. FASB, however, subsequently retracted its proposal in the face of criticism that since employees can quit at any time, treating their deferred compensation as an asset would violate the principle that a company must always have legal control over the assets it reports. We feel that FASB capitulated too easily to this argument. The firm does have an asset because of the option grantpresumably a loyal, motivated employee. Even though the firm does not control the asset in a legal sense, it does capture the benefits. FASBs concession on this issue subverted substance to form. Finally, there is the issue of whether to allow companies to revise the income number theyve reported after the grants have been issued. Some commentators argue that any recorded stock option compensation expense should be reversed if employees forfeit the options by leaving the company before vesting or if their options expire unexercised. But if companies were to mark compensation expense downward when employees forfeit their options, should they not also mark it up when the share price rises, thereby increasing the market value of the options Clearly, this can get complicated, and it comes as no surprise that neither FASB nor IASB recommends any kind of postgrant accounting revisions, since that would open up the question of whether to use mark-to-market accounting for all types of assets and liabilities, not just share options. At this time, we dont have strong feelings about whether the benefits from mark-to-market accounting for stock options exceed the costs. But we would point out that people who object to estimating the cost of options granted at time of issue should be even less enthusiastic about reestimating their options cost each quarter. We recognize that options are a powerful incentive, and we believe that all companies should consider them in deciding how to attract and retain talent and align the interests of managers and owners. But we also believe that failing to record a transaction that creates such powerful effects is economically indefensible and encourages companies to favor options over alternative compensation methods. It is not the proper role of accounting standards to distort executive and employee compensation by subsidizing one form of compensation relative to all others. Companies should choose compensation methods according to their economic benefitsnot the way they are reported. It is not the proper role of accounting standards to distort executive and employee compensation by subsidizing one form of compensation relative to all others. A version of this article appeared in the March 2003 issue of Harvard Business Review .